Nesta quarta-feira (04) um encontro em Brasília reuniu diversos setores do agronegócio para uma discussão sobre comércio ilegal. O comércio ilegal no agro traz prejuízos para as empresas que trabalham com produtos legítimos, para o consumidor, pois ele provavelmente vai usar um produto sem a mesma eficiência e pode ter riscos à saúde, e para os governos, que perdem receita tributária.
Esta avaliação é do coordenador de Tecnologia da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Reginaldo Minaré. Ele foi moderador de um dos painéis do Agro em Questão, que debateu os impactos negativos e as ameaças do comércio ilegal no agro.
A abertura do evento teve a presença do presidente da CNA, João Martins, e do vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Em seguida, representantes do governo e do setor privado debateram propostas para combater o comércio ilícito e apresentaram os impactos em cada cadeia produtiva. Medicamentos veterinários, fertilizantes e produtos fitossanitários estão entre os mais impactados pelo comércio ilícito.
Na avaliação de Minaré, o combate a esta prática deve contemplar ações de repressão e prevenção, com a atuação conjunta de instituições como Polícia Federal, Exército, Receita Federal, governos estaduais e organismos internacionais de combate ao crime. Também foram discutidos o impacto no setor produtivo com representantes do setor privado e casos de fraudes em insumos.

Com informações da assessoria de comunicação da CNA

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