Gestores e técnicos do Departamento de Defesa Sanitária Vegetal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc reuniram-se na Associação Catarinense de Empresas Florestais – ACR, em Lages, no último dia 16, para debater proposta de lei que pode garantir a sanidade das florestas.
Estiveram presentes na reunião o gestor do Departamento de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, Ricardo Miotto Ternus, o gestor da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal, Alexandre Mess, e os engenheiros agrônomos da Companhia Diego Grindi e Paulo Borba. O diretor executivo da ACR, Mauro Murara, e o representante da Câmara Florestal da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina – Fiesc, Ulises Andrade, também participaram do encontro.
A proposta de lei de Defesa Sanitária Vegetal do Estado de Santa Catarina, em elaboração pela Cidasc, foi apresentada para o setor florestal. O intuito é a harmonização das demandas do setor produtivo com as demandas do estado. De acordo com Paulo Borba, todas as observações e contribuições foram anotadas para a elaboração do documento final, que deve seguir para Secretária de Estado da Agricultura e da Pesca e, posteriormente, para a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.
Os gestores reforçaram a parceria da Cidasc com a ACR, bem como de todo o setor florestal catarinense que está sempre à disposição das ações de Defesa Sanitária, em prol do desenvolvimento.

Sanidade das florestas
Santa Catarina está crescendo no mercado nacional e nas exportações de produtos florestais, a partir da expansão da produção diversificada e vendas para diferentes mercados. Em 2015, as exportações brasileiras totalizaram US$ 191,1 bilhões. SC exportou US$ 7,6 bilhões, respondendo por 4,0% do total nacional. No que tange o setor florestal-madeireiro, a participação do estado atingiu cerca de 10%, com US$ 1,0 bilhão do total nacional de US$ 10,3 bilhões.
No entanto, Santa Catarina ainda não possui um regulamento que possa garantir a sanidade das florestas e preservar os ganhos sociais e econômicos da silvicultura estadual.

Com informações da assessoria de comunicação da CIDASC

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