A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) realizou, no dia 11 de setembro, em Lages (SC), a terceira Reunião Técnica de 2026. O encontro reuniu cerca de 40 profissionais de empresas associadas no Centroserra Convention Center e teve como anfitriã a Minusa Forest, empresa associada à entidade.
O evento foi dedicado à troca de conhecimentos, experiências e informações entre profissionais que atuam em diferentes áreas da cadeia florestal. A iniciativa faz parte da programação de atividades técnicas promovidas pela ACR com o objetivo de aproximar as empresas associadas e estimular o intercâmbio de práticas do setor.
Programação e debates técnicos
As atividades do encontro integraram palestras sobre tecnologia, infraestrutura e inovação operacional, além do momento focado na empresa anfitriã:
Abertura – Mauro Murara (Diretor Executivo ACR)
Campanha sobre os 120 anos do Pinus no Brasil – Davi Etelvino (Comunicação ACR)
Oportunidades para associados – Cleonir Costa (Sesi Lages)
Palestra “Novas Tecnologias e Desenvolvimento de Soluções para Estradas Rurais e Florestais” – Prof. Dr. Jean Sampietro (UDESC/CAV)
Palestra “Desenvolvendo Soluções de Operações Florestais para os Desafios do Amanhã” – Prof. Dr. Carlos Cézar Cavassin Diniz (UFPR)
Apresentação sobre qualificação de mão de obra – Prof. Philipe Soares (UDESC)
Encontro Regional em Madeiras e Estruturas de Madeira – Prof. Rodrigo Terezo (UDESC)
Apresentação “Tradição em Inovação!” – Empresa Anfitriã Minusa
Para a Minusa Forest, receber o encontro foi uma oportunidade de aproximar os profissionais das empresas associadas e compartilhar conhecimentos em um ambiente voltado à inovação, ao desenvolvimento e à discussão de temas de interesse comum.
De acordo com Erivon Cascaes, supervisor da Minusa, a ACR atua na capitalização das informações voltadas para este nicho de mercado. “Enxergamos isto como um funil, para que possamos dirimir as nossas dúvidas com propriedade. Porque entre todos os associados, de diferentes empresas, nós conseguimos buscar informações de todos os segmentos dentro desse setor. Ou seja, desde a preparação do solo até a industrialização do produto final”, explica.
Outro ponto positivo, segundo Erivon, é o relacionamento profissional qualificado que a associação propicia. “Através da associação nós conseguimos ampliar a nossa comunicação, o nosso leque de amizade e de relacionamento. Por isso, temos muito orgulho em fazer parte desta associação que já está há mais de 50 anos atuando pelo setor florestal catarinense”, afirmou o representante.