O campus 02 da Universidade Regional de Blumenau – FURB, recebeu nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, a XVII edição do Simpósio Florestal Catarinense. O evento é realizado pela Furb junto com a Associação Catarinense de Engenheiros Florestais (ACEF). A Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR) foi uma das apoiadoras desta edição.

O presidente da ACR, Jose Mario Ferreira e o diretor-executivo, Mauro Murara Jr. participaram de importantes debates no encontro. Junto com representantes das associações de base florestal do Rio Grande do Sul e do Paraná, trataram dos desafios e da importância econômica e social do gênero pinus no Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Para o diretor-executivo da ACR, Mauro Murara Jr., um dos pontos altos do evento foi envolver representantes das esferas legislativas estaduais dos três estados da Região Sul. “Estavam reunidos; o deputado estadual do Paraná, Artagão Jr., que compõe o Bloco da Madeira do Paraná; Rafael Ferreira, assessor do deputado Carlos Burigo, do Rio Grande do Sul; e o deputado José Milton Scheffer, presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Silvicultura na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O resultado disso é que teremos três lideranças atuando simultaneamente nas três assembleias legislativas do sul. Será muito importante para alinhar as nossas demandas, que são comuns aos três estados. A representatividade política em nível federal também se fortalece”, explica o diretor-executivo da ACR.

O presidente da ACR, Jose Mario Ferreira, parabenizou a organização pela qualidade dos debates. “Foi um evento de alto nível e que conseguiu reunir atores importantes do setor privado, do legislativo, político, governamental e acadêmico dos três estados do sul do Brasil. Falamos da importância econômica e social do pinus para o país e para a região. Discutimos as principais ações e desafios das frentes parlamentares de cada estado, com a presença dos representantes destas frentes nos três estados do sul.”

Para o presidente da ACR, ainda há muito trabalho pela frente. “Ficou evidente que precisamos melhorar a nossa representatividade nas diversas instituições públicas, que nos afetam, além de focar na comunicação do setor com a sociedade e com os principais stakeholders. Este é um papel importantíssimo das nossas associações e das nossas frentes parlamentares.”

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